Sozinho

Li algo interessante hoje, consistente com o que pensei enquanto corria pelas ruas no calor santista:

“Na tempestade, o pessimista reclama do vento, o otimista espera passar e o autorresponsável ajusta as velas”.

(Autor desconhecido)


Se estou vivendo uma situação ruim, real ou imaginária, quem vai me tirar dela não é ninguém além de mim mesmo. Isso é fato. Deus (ou algo maior aos que não são religiosos) dá a chave, mas destrancar e girar a maçaneta para abrir a porta é uma escolha solitária. Demanda autoresponsabilidade.


Quem quer simplesmente faz acontecer (ou tem a coragem de pedir ajuda) e não se aprisiona em si, no outro e nas circunstâncias. Não há condição de saúde ou neurodiversidade ou origens, nada que justifique ser refém de uma situação e se apequenar ou se acovardar. O amanhã jamais está garantido. A vida é um sopro.


Por isso, urge refletir: qual a razão da tua existência? Os teus relacionamentos, tua identidade e crenças estão alinhados com teu propósito de vida? Quem se beneficia das tuas escolhas hoje? E daqui a 20 anos? Teu plantio está consistente com a colheita que você espera? Quando não estiver aqui, você deixará saudade ou alívio a quem fica?